
AS ÁRVORES MORREM DE PÉ – Homenagem póstuma a Álvaro de Carvalho
Morreu um homem bom. Médico, Psiquiatra, Diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental, formado na (e pela) Psicanálise. Nome de árvore, o Álvaro de

Morreu um homem bom. Médico, Psiquiatra, Diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental, formado na (e pela) Psicanálise. Nome de árvore, o Álvaro de

Transversal a toda a aprendizagem do Encontro, a interculturalidade é uma aprendizagem do singular-plural. E de um lugar terceiro: Eu, Outro e o que podemos

Quando entrei na “gruta” de cuidados intensivos neonatais tive a sensação de entrar num bloco operatório, onde é exigida uma série de cuidados de assepsia.
Bion diz que “os mitos são os sonhos da humanidade” e o Natal constitui-se inequivocamente como mito da origem da vida. Condensando as fantasias originárias,

O Juiz-Conselheiro Dr. Armando Leandro deixou a Presidência da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, ao fim de décadas de dedicação

Desde pequena me recordo do misto de fascínio e medo que a loucura exercia em mim, sentimentos partilhados pelos companheiros de brincadeira, num tempo em
Ao descer a arriba que separa a praia do Meco do frondoso pinhal, avistámos um vulto cinzento e arredondado que parecia ter sido abandonado à beira-mar. Inerte

O corpo pode ser observado como um objeto transdisciplinar de intervenções e conhecimentos, muitas vezes alheios ao próprio sujeito, em que ritmos, músicas e danças
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.