
OBLIQUIDADES XI
Pesarosos e circuncidados, tão pouco instruídos e tão infantilmente edificados que na sua decrépita e lamentável ignorância ainda se atrevem a contrariar os novíssimos evangelhos e

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Isto tudo já acabava! “Já é difícil ser adolescente, quanto mais agora sem poder fazer nada” – dizia-me uma jovem de 16 anos que poderia

À minha frente uma jovem empurra um carrinho de bebé. Vejo que não traz máscara e fico muito feliz pela bebé. Sorrimos. Por respeito para

Escolhi o título de um filme de 2011 que, de forma ficcionada, ilustra as relações amigáveis e mais tarde conflituosas entre Freud e Jung, psiquiatra

Uma recente sessão sobre a contratransferência, fez-me pensar numa afirmação do famoso escritor italiano Umberto Eco. E resolvi partilhar as reflexões que então fiz. Trata-se

Na obra Notas sobre um caso de neurose obsessiva (1909), também conhecida como a análise do caso do Homem dos Ratos, Freud escreveu: O inconsciente

Seres gregários, o desejo de nos ligarmos aos outros é o que nos mobiliza, desde o nascimento. A procura do Outro é um impulso profundamente

Quando há poucos dias vi na televisão um documentário sobre as aterradoras desumanidades cometidas pelo Estado Islâmico no Iraque, senti que a pandemia e os

Imersos nesta pandemia cujo “trauma” sanitário estamos certos de que com a ajuda das vacinas vai acabar por passar, mas cujos “traumas” económicos e psíquicos

O conceito de resiliência, proveniente da física, tem vindo a ser explorado nas últimas décadas no campo da psiquiatria do desenvolvimento infantil, encontrando-se intimamente ligado
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.