
Dançar Primeiro, Pensar Depois
Imagem: foto de Samuel Beckett (Printerest) Na semana em que estreia, entre nós, Dance First, filme de James Marsh, e depois da edição da monumental

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Neste tempo tão humano quanto sobrenatural que é o do Natal, da cadeira onde nos sentamos para escutar somos levados para lugares intensamente familiares e

As guerras, com o seu cortejo de mortes, fome e terríveis sofrimentos físicos e psíquicos, que se prolongam pelo tempo, são a realidade quotidiana de

Inspirada pela comunicação que o físico Carlos Fiolhais trouxe ao último colóquio da SPP, fui levada a pensar nos protestos protagonizados por elementos pertencentes a

Teeter-Totter Wall (2020), projeto de Ronald Rael e Virginia San Fratello, instalado durante apenas cerca de 40 minutos, evocou/denunciou um utópico sentimento de unidade na

Conservando uma tradição antiga, desloco-me anualmente para o mesmo local, onde mergulho de férias. Neste lugar intermediário, entre ria e mar, o tempo faz-se sentir

A sociedade portuguesa tem sofrido abalos significativos, com casos e casinhos. Contudo, não será apenas o governo que se perturba. Somos todos nós! É um

Em determinados momentos da vida ouvimos ideias que, talvez por irem ao encontro de uma questão ou conflito interno presente nesse momento, nunca mais esquecemos.

Ninguém onde pousar a dor, a confusão, a raiva. Só silêncio, solidão e medo ( Diário de A.) Numa altura em que as línguas se

Recentemente, numa visita ao dentista, verifiquei que tinham desaparecido os botões junto aos elevadores que necessitava para chegar ao 13º andar. No lugar deles surgia
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.