
INTERLÚDIO
“Era em todas estas coisas que ele pensava quando desejava uma cidade.” Italo Calvino, As Cidades Invisíveis Na infância de Leo existia uma ponte sobre

“Era em todas estas coisas que ele pensava quando desejava uma cidade.” Italo Calvino, As Cidades Invisíveis Na infância de Leo existia uma ponte sobre

1. Em 1981, no Colégio Moderno, iniciei o que, então, se designava por ‘ensino preparatório’. Finda a (à época chamada) ‘quarta-classe’, aguardava-me o vulgarmente conhecido

She said’ (Maria Schrader, 2022) narra a história de um trabalho jornalístico de 2017, trabalho levado a cabo por Jodi Kantor e Megan Twohey –

O futebol é um universo que provoca em muitos de nós atitudes e emoções intensas. Convoca o irracional, quer seja de amor ou de ódio.

Estávamos no Verão de 94 ou 95 quando li o meu primeiro Saramago. Em viagem com colegas de faculdade – uns magníficos dias numa isolada

Nada de novo ao afirmar que a nossa época está dominada pela imagem – na comunicação, na política, na Arte e até na literatura. A

8 de Setembro de 2022 foi o dia da morte da rainha Isabel II de Inglaterra. Minutos depois do comunicado oficial da sua morte começaram

“Somos nuestra memoria, somos ese quimérico museo de formas inconstantes, ese montón de espejos rotos.” Jorge Luis Borges. Poesia Completa. p. 445 Para muitos terá

“Quando nos esquecíamos da data corrente: isso, sim, eram tempos. Isso sim, era tempo. Quando os sonhos eram um ir e um vir do inferno

Nesta recta final de Julho, prestes a entrar em Agosto, meses escolhidos pela maioria dos portugueses para as suas férias, decidimos puxar a conversa com
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.