
Vivências Psicanalíticas
A Psicanálise é uma teoria sobre a dimensão psíquica do ser humano, bem como um método de investigação e uma forma de tratamento. O processo

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Há quem diga que o período que nos ensinaram a chamar de Renascimento foi afinal um segundo renascimento. O primeiro terá ocorrido no séc. XII,

Num curto trajeto de motorizada a caminho da oficina acontecem, em associação, três outras viagens. São daqueles momentos, e logo três, que o pensamento tão

Ninguém onde pousar a dor, a confusão, a raiva. Só silêncio, solidão e medo ( Diário de A.) Numa altura em que as línguas se

Na experiência da pandemia, quando todo o mundo (se) fechou, a necessidade de ligação e de manter uma rede funcional e activa alimentou o engenho

A utilização de Psicadélicos em Saúde Mental parece estar a tornar-se viral. Poderá a Psicanálise, pela sua forma única de olhar a mente e o

As palavras silenciadas vão gritar no fundo de nós Christian Bobin Sándor Ferenczi trouxe ao pensamento psicanalítico importantes contributos que ainda hoje nos surpreendem pela

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She said’ (Maria Schrader, 2022) narra a história de um trabalho jornalístico de 2017, trabalho levado a cabo por Jodi Kantor e Megan Twohey –

Herdamos bens ou dívidas, riquezas ou maleitas: sejam os tais traços característicos de um avô, ou a fortuna daquela tia. É condição inerente à nossa
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.