
Pandemia e Saúde Mental
Há umas semanas atrás estive presente numa tertúlia sobre a saúde mental na pandemia, organizada pelos chamados “negacionistas”: os que negam a perigosidade do vírus

Há umas semanas atrás estive presente numa tertúlia sobre a saúde mental na pandemia, organizada pelos chamados “negacionistas”: os que negam a perigosidade do vírus

O AMOR REDIME O MUNDO diziam elesMas onde está o mundo senão aqui?Mário Cesariny* A estranheza e a violência com que fomos surpreendidos pelo acontecimento

“Perante o flagelo… perante o escândalo da morte anunciada, iminente e cega, as comunidades têm uma tendência irreprimível para se unir no medo…” Bernard-Henri Levy

“Summer has come and passedThe innocent can never lastWake me up when September ends” Billie Joe Armstrong dos “Green Day” Em setembro, muitas pessoas vivem

Nestes tempos de pandemia, em que assistimos ao poder de contágio à escala mundial de um vírus, o caso George Floyd, com o seu “i

No seu artigo de 1958 Donald Winnicott debruça-se sobre a capacidade de estar só assumindo-a como um dos maiores símbolos de maturidade de desenvolvimento emocional

A crise que temos vivido fez nascer várias linhas de atendimento, de que é exemplo a linha criada pela SPP. As pessoas que a procuram

A certeza da morteDá projeto e sentido à vida,À passagem do tempo Em cada momento, em cada idade,No conteúdo que preencheO espaço envolventeTem sentido seguir

Considero que, para um psicanalista, a aquisição deste ritmo entre passado e presente, este percurso do outrora-agora, são essenciais para o tempo da psicanálise, e
Os tempos da Pandemia–COVID-19 , também nos ensinaram a Compreender a regressão em que entrámos arrastados pelas oscilações da Posição Esquizo-paranoide – Depressiva (PS<->D )
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.