
Humor – o triunfo de Eros
8 de Setembro de 2022 foi o dia da morte da rainha Isabel II de Inglaterra. Minutos depois do comunicado oficial da sua morte começaram

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Em 1982 Bruno Bettelheim publicou o livro “Freud and Man’s soul”, onde refletiu sobre a tradução da obra de Freud de alemão para inglês. Tendo

À Éme, doce companheira de muitos dias. Revi recentemente, nas comemorações do oitavo aniversário do Cinema Ideal, o filme Heart of a dog . Heart

“Quando nos esquecíamos da data corrente: isso, sim, eram tempos. Isso sim, era tempo. Quando os sonhos eram um ir e um vir do inferno

Nesta recta final de Julho, prestes a entrar em Agosto, meses escolhidos pela maioria dos portugueses para as suas férias, decidimos puxar a conversa com

São descritos, desde que há palavra escrita, monstros terríficos, personificando todo o mal que o desconhecido encerra. Antes da escrita, teríamos já a tradição oral,

Nos seminários em Los Angeles, de 1967, Bion cita uma carta de Freud dirigida a Lou Andreas-Salomé, de 25 de Maio de 1916. Ali, Freud

São antigas as referências que conservo sobre a Casa da Praia. Tão antigas que acabaram por tornar-se naquelas referências que ficam guardadas no espaço que

A relação do sujeito com a crítica pode constituir um bom indicador da qualidade do seu narcisismo. Refiro-me, eminentemente, à crítica externa, sensata e bem

Freud dizia que a pulsão de morte tende a ser silenciosa, excepto quando se vira contra o outro, como desejo destrutivo. No próprio, só se
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.