
Carta a Coimbra de Matos
1 de Julho de 2021.Morreu um dos pais da Psicanálise portuguesa, foram várias as gerações dos seus filhos. Querido Coimbra de Matos, Ontem, antes de

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Uma recente sessão sobre a contratransferência, fez-me pensar numa afirmação do famoso escritor italiano Umberto Eco. E resolvi partilhar as reflexões que então fiz. Trata-se

Na obra Notas sobre um caso de neurose obsessiva (1909), também conhecida como a análise do caso do Homem dos Ratos, Freud escreveu: O inconsciente

Chegou-me por mãos amigas, o link da Biblioteca Mundial da ONU – www.wdl.org. Lançada pela Unesco em Abril de 2009, esta dádiva para a humanidade,

Imersos nesta pandemia cujo “trauma” sanitário estamos certos de que com a ajuda das vacinas vai acabar por passar, mas cujos “traumas” económicos e psíquicos

Em 1895 Auguste e Louis Lumière fazem a primeira sessão pública do cinematógrafo e Freud lança o “Projeto para uma Psicologia Científica” contendo já ali,

Quino, faz muito tempo que este teu cartoon me acompanha, e sintetiza muito do que é para mim a psicanálise. Utilizo-o habitualmente na sala de

Hoje, dia 3 de Dezembro de 2020 é lançada a edição do livro “Bode Inspiratório/Escape Goat”, saído à rua pelas mãos da Relógio d’Água em

Se Freud fosse vivo e assinasse a TV por cabo, possivelmente tornar-se-ia espectador de Succession, série emitida pelo canal HBO, onde a trama Shakespeariana está

O Porto, ao norteOnde fiqueiOnde tantas e tantas vezes RegresseiAtravessando pontesBem altas sobre as escarpasSobre o Douro prateado CruzadoPor cinco pontes de um só arcoDe
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.