
ABC do Amor
Há momentos mágicos, que se escondem nas coisas mais simples, se estivermos disponíveis para nos deixar tocar. Talvez por estarmos necessitados de mensagens de esperança,

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Recentemente, numa visita ao dentista, verifiquei que tinham desaparecido os botões junto aos elevadores que necessitava para chegar ao 13º andar. No lugar deles surgia

“Era em todas estas coisas que ele pensava quando desejava uma cidade.” Italo Calvino, As Cidades Invisíveis Na infância de Leo existia uma ponte sobre

1. Em 1981, no Colégio Moderno, iniciei o que, então, se designava por ‘ensino preparatório’. Finda a (à época chamada) ‘quarta-classe’, aguardava-me o vulgarmente conhecido

Herdamos bens ou dívidas, riquezas ou maleitas: sejam os tais traços característicos de um avô, ou a fortuna daquela tia. É condição inerente à nossa

L’avenir, tu n’as pas à le prévoir, mais à le permettre Antoine de Saint-Exupéry Naquela noite, quando a tempestade chega, quando a chuva cai desenfreada

Em 1982 Bruno Bettelheim publicou o livro “Freud and Man’s soul”, onde refletiu sobre a tradução da obra de Freud de alemão para inglês. Tendo

À Éme, doce companheira de muitos dias. Revi recentemente, nas comemorações do oitavo aniversário do Cinema Ideal, o filme Heart of a dog . Heart

Está a chegar o verão, de um tempo climático novo em que, por vezes, verão, outono, inverno e primavera parecem acontecer num só dia. Mas,

No passado dia 8 de Junho de 2022 deixou-nos uma das maiores artistas portuguesas contemporâneas. Paula Rego dizia que a beleza grotesca é beleza também.
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.