
Fogachos Pandémico 2 – Desafios à Psicanálise e à sua criatividade
Quando há poucos dias vi na televisão um documentário sobre as aterradoras desumanidades cometidas pelo Estado Islâmico no Iraque, senti que a pandemia e os

Quando há poucos dias vi na televisão um documentário sobre as aterradoras desumanidades cometidas pelo Estado Islâmico no Iraque, senti que a pandemia e os

“O flagelo não está à medida do homem, dizem então que o flagelo é irreal, é um pesadelo que vai passar. Mas ele demora em

Um ano depois estávamos cansados de olhar o mundo através de janelas e ecrãs… Há umas semanas dei por mim a pensar como tem sido

Jacques Brel cantava La Valse à Mille Temps (1959). Entoava amorosamente os vários compassos da vida. Hoje parece que dançamos uma valsa a dois tempos:

A experiência da passagem do tempo não é igual para toda a gente, que é o mesmo que dizer que não é linear. No entanto,

Segundo o Psicanalista Contardo Calligaris a patologia, neste começo da pandemia, não está no suposto pânico, mas na negação do que está acontecendo. Ao ler

Imersos nesta pandemia cujo “trauma” sanitário estamos certos de que com a ajuda das vacinas vai acabar por passar, mas cujos “traumas” económicos e psíquicos

(Uma vacina contra a estupidezseria um estrondoso fracasso comercialTodos a recomendariamninguém se sentiria receptor adequado…) No peculiar trajecto da cultura em que mergulhamos geraram-se inúmeras

Nesta época estranha que vivemos de confinamentos e recolheres obrigatórios, em que ficamos em casa resguardados do vírus, da chuva e do frio mas não

O conceito de resiliência, proveniente da física, tem vindo a ser explorado nas últimas décadas no campo da psiquiatria do desenvolvimento infantil, encontrando-se intimamente ligado
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.