
Bruno de Carvalho, o sintoma
No tempo que faz, vivemos todos penhorados ao caso Bruno de Carvalho. Qual Quixote, com o seu escudeiro tatuado Mustafá, ilustra, tal como no romance

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Já se passaram mais de 17 anos sobre o ataque terrorista aos Estado Unidos e faz já vários anos que vi pela 1ª vez, numa

Ensinaste-me tudo sem que eu desse por isso. E talvez por isso tenha ficado o mistério, para sempre em mim, de não pretender entender. Ensinaste-me

Parece piada de mau gosto, decretar o fim da paranóia na conjuntura actual: os glaciares esvaem-se deixando a céu aberto carcaças de animais que nunca

“São a fome e o amor que movem o mundo”, palavras do poeta-filósofo Schiller. Freud publica em 1930 ‘Mal-estar na civilização’, evidenciando este antagonismo entre
Face a um mundo que nos impõe um leque variado de fenómenos, seja numa escala global ou numa dimensão mais “caseira”, sentimo-nos desafiados a reflectir
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.