
Limite [ ı ]
Limite e configurações do desejo humano. “A natureza criou-nos com a faculdade de tudo desejar e a impotência de tudo obter.” Nicolau de Maquiavel A

Limite e configurações do desejo humano. “A natureza criou-nos com a faculdade de tudo desejar e a impotência de tudo obter.” Nicolau de Maquiavel A

Superfície de Inscrição Há uma superfície que nos antecede e que nos ultrapassa. A pele é, desde sempre, um lugar depassagem, ao mesmo tempo que

VOCABULÁRIO DE EXPRESSÕES E IMPRESSÕES DA PELE A (À FLOR DA PELE) primeira fronteira, superfície na qual, antes de tudo, somos tocados pela existência do outro,

Que é uma coisa? Esta é a pergunta originária da filosofia. Não é a mais fundamental. Mas na ordo cognoscendi, a primeira coisa que queremos

Existe uma coisa que me assusta, porque persegue e termina em tortura. Uma coisa que me habita, que te habita e que nos habita. É

I. Os rouxinóis não te deixam dormir em Platrès. Obcecavam-nos os versos por culpa destes lugares que não eram para trilhar, para tanger. «Platrés», dizíamos,

onze da noite, vinte e dois minutos e quarenta e quatro segundos – Emílio E mais uma vez… repete-se, repete-se, repete-se… conheço cada momento, cada

O crescimento da infância O crescimento como uma coisa a evitar pergunta-se quando é que perdeu o pé dessa infância que lhe permitia continuar. Essa

Pensar em crescimento conduz a imaginar um caminho desafiante. Caminho que é construído nas relações que se estabelecem com as pessoas e objectos no mundo

O sublime morreu O sublime possuiu, como categoria estética, uma vida curta e atribulada. Se exceptuarmos a sua referência por Longinus e nos centrarmos no
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.