
Sombra [ ı ]
Fotografia: João Santana Lopes Uma Sombra em Psicanálise A sombra é um símbolo denso e utilizado de forma múltipla ao longo do tempo. Sendo consequência

Fotografia: João Santana Lopes Uma Sombra em Psicanálise A sombra é um símbolo denso e utilizado de forma múltipla ao longo do tempo. Sendo consequência

Fotografia: Jorge Rolão Aguiar O domínio do durante 1. A noite cai, a chuva cai. E o vento, a neve, as folhas caem e caem

Fotografia: Jorge Rolão Aguiar A proposta de um tema e as associações desencadeadas: a expulsão de Adão e Eva do Paraíso, a significar a queda

Fotografia: Jorge Rolão Aguiar Walking springs to mind. In human walking, each move begins with a touch down upon the surface of the earth. The

Deixe-me ir Preciso andar Vou por aí a procurar Sorrir pra não chorar Quero assistir ao sol nascer Ver as águas dos rios correr Ouvir

A(s) CASA(s) Fotografia: estudo/maquete#1, Luísa Sol, 2021 I’m looking for a home, where the wheels are turningHome, why I keep returningHome, where my world Is

Casa e coisa A casa é o lugar de origem do Ser. Mas não preexiste ao Ser, tal como o sujeito não preexiste à linguagem

Fotografia: Jorge Rolão Aguiar Animal: Urso Quando a antropóloga francesa Nastassja Martin viajou para a Rússia pós-soviética para estudar as famílias do povo even no coração

Fecho os olhos e penso na palavra Animal. Em livre associação, penso em Instinto, em Irracional, em Lascivo, em Libidinal, em Philip Roth e n’O
‘ DREAM’ Coreógrafo : Milivoje Andrejevic Bailarinos : António Mendes Ferreira e Arthur Wille Ballettzentrum Westfalen, Dortmund
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.