
Dançar. [ I ]
O que está sempre em causa é uma oposição onde se reencontra a passagem da compressão à explosão. Os caminhos mudam, a violência é idêntica,

O que está sempre em causa é uma oposição onde se reencontra a passagem da compressão à explosão. Os caminhos mudam, a violência é idêntica,

Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua

Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua

Sentada frente ao computador aguardo, com uma sensação de bloqueio, que algo dentro de mim aconteça para encontrar a forma de começar a escrever.É que

A jovem Hannah e o seu Natal de 1949. Hannah, vivia numa família onde há vários anos, os pais não celebravam o Natal. A ausência

Não na distância. Aqui. No meio de nós. Brilha Na Primeira Grande Guerra, dita das trincheiras, as linhas ficavam muito próximas, de modo que cada
O humano acariciou o lombo do gato /- Bem, gato, conseguimos – disse suspirando / – Sim, à beira do vazio compreendeu o mais importante

No seguimento da visita do Board da Associação Internacional de Psicanálise (International Psychoanalytic Association-IPA) a Lisboa e da conferência da sua presidente, Prof. Doutora

Coordenadores: Carlos Farate e Manuel dos Santos Jorge Dia/Hora: 23 de Novembro 2018/18h30 Local: Livraria Almedina Rato Rua da Escola Politécnica, 225 – Lisboa Apresentação

A Psicanálise é uma teoria sobre a dimensão psíquica do ser humano, bem como um método de investigação e uma forma de tratamento. O processo
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.