
História para crianças (e não só)
Um dos momentos mais divertidos do meu dia é contar histórias aos meus filhos de 2 e 4 anos, pequenos super-heróis à procura de sonhos

Um dos momentos mais divertidos do meu dia é contar histórias aos meus filhos de 2 e 4 anos, pequenos super-heróis à procura de sonhos

That is part of the beauty of all literature. You discover that your longings are universal longings, that you’re not lonely and isolated from anyone.

A Porta (1), romance da húngara Magda Szabó, narra a estreita relação que se estabelece entre duas mulheres na Hungria dos anos do pós-guerra: Magda,
Alfred Hitchcock no seu filme de 1954, “Janela Indiscreta” (Rear Window, cuja tradução literal é “Janela das traseiras”, apelando ao que se desenrola por detrás),

A realidade em que hoje vivemos, ditada pela crise pandémica, impõe limites novos e desafia outros, outrora firmados e estabelecidos. Nesta espécie de paradoxo –
A metáfora da travessia é amiúde convocada perante a ameaça sentida em momentos traumáticos. A representação do Inferno, na Divina Comédia (DC), é a “selva

A Netflix estreou no dia 30 de Março uma série (8 episódios) que intitulou Freud. Com custo, consegui ver três episódios. Escrever uma nota sobre

Agustina Bessa Luís terá revisitado Madame Bovary (Flaubert), por sugestão de Manoel de Oliveira. A escritora acedeu ao pedido do cineasta, ressuscitando Emma e Charles,
O humano acariciou o lombo do gato /- Bem, gato, conseguimos – disse suspirando / – Sim, à beira do vazio compreendeu o mais importante

Neste tempo de incerteza e inquietação, em que a maioria de nós se encontra em casa de quarentena, será possível encontrar espaço para a arte?
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.