
A arte faz-nos tão bem!
Au milieu de l’hiver, j’apprenais enfin qu’il y avait en moi un été invincible Albert Camus Arte a fim de não morrer de verdade, escreveu

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A jovem Hannah e o seu Natal de 1949. Hannah, vivia numa família onde há vários anos, os pais não celebravam o Natal. A ausência

Não na distância. Aqui. No meio de nós. Brilha Na Primeira Grande Guerra, dita das trincheiras, as linhas ficavam muito próximas, de modo que cada

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Uma conversa com Carlos Antunes no Mosteiro, numa imensa mesa para pensar com um imenso ortofotomapa , que nos abre para um plano da cidade

Inaugurou dia 3 de Outubro no Museu do Oriente uma exposição do pintor Carlos Farinha, juntando trabalhos relacionados com Macau e também quadros de grande

Em Dor e Glória, Pedro Almodóvar narra-nos a história (de cariz auto-biográfico) de Salvador Mallo, um realizador de cinema em plena retirada depressiva. Jovem promissor,

Paula Rego (PR) foi a mulher-artista escolhida como âncora e simultaneamente gatilho para uma mesa no Congresso da IPA sobre o Feminino, em Londres, em

“After Life” (Netflix, 6 episódios), por Ricky Gervais, aborda a dor e a alegria, a esperança, a fraqueza tornada força, e o poder reparador e
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.