O Pássaro da Imaginação
“Sou o pássaro que cantadentro da tua cabeçaque canta na tua gargantacanta onde lhe apeteça Sou o pássaro que voadentro do teu coraçãoe do de
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Viver e sonhar num mesmo espaço compartilhado física e emocionalmente de um dia para o outro, 24 horas seguidas sem interrupção, é o novo desafio

Lacrimejando tormentos num pesar meditabundoDia e noite o velho cisma cabisbaixo sem poderTeorias e fantasmas que suportem lá no fundoQuantas mágoas antecipa no que teme
O humano acariciou o lombo do gato /- Bem, gato, conseguimos – disse suspirando / – Sim, à beira do vazio compreendeu o mais importante

José Miguel Wisnik, professor, ensaísta e compositor, termina o seu artigo de opinião publicado no jornal Folha de São Paulo do dia 20 de Março

Recebi, há dias, uma mensagem duma amiga via whatsApp, onde dizia: Morreu o seu autor preferido para a depressão. Não dizia mais nada e, assim,

SINAIS, a crónica de Fernando Alves, fez hoje pela manhã chegar às nossas casas a espuma dos dias em que navegamos. Falou ele dos velhos

”C’est ainsi qu’un sentiment de la séparation d’avec un être aimé devint soudain, dès les premières semaines, celui de tout un peuple.” Albert Camus, “A

Entre o real concreto e o real ficcional! Fiquei a saber que os filmes com zombies foram inspirados pelo conhecimento que temos dos vírus. São

Que tipo de sociedade é esta, em que se encontra a mais profunda solidão no seio de tantos milhões? Karl Marx (1846) A pandemia associada
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.