
Coronavírus
Eu tenho a maniaDe lavar compulsivamenteas mãos com água e sabãoporque temo que ande por aíum inimigo invisívelque me pode matar. O meu psicanalista dizQUE

Eu tenho a maniaDe lavar compulsivamenteas mãos com água e sabãoporque temo que ande por aíum inimigo invisívelque me pode matar. O meu psicanalista dizQUE

Neste tempo de incerteza e inquietação, em que a maioria de nós se encontra em casa de quarentena, será possível encontrar espaço para a arte?

A jovem Hannah e o seu Natal de 1949. Hannah, vivia numa família onde há vários anos, os pais não celebravam o Natal. A ausência

Não na distância. Aqui. No meio de nós. Brilha Na Primeira Grande Guerra, dita das trincheiras, as linhas ficavam muito próximas, de modo que cada

Setembro 2015: Alan Kurdi, o menino encontrado morto numa praia da Turquia, desperta a nossa consciência adormecida para os que tentam chegar à Europa escapando

Os reality shows banalizaram-se, isso parece certo. Por vezes conseguem revelar um quê de criatividade surpreende, mesmo que algo degrante, polémico ou incomodativo. Um pouco

Os reality shows banalizaram-se, isso parece certo. Por vezes conseguem revelar um quê de criatividade surpreende, mesmo que algo degrante, polémico ou incomodativo. Um pouco

Ao contrário do que a geografia nos ensina, a Venezuela é uma ilha. O que poderia ser uma metáfora torna-se uma dura realidade, quando tentamos

8 de Março de 2019 foi um dia histórico! Em Portugal, nunca tantas pessoas se reuniram sob a égide do feminismo. Mulheres, homens, crianças, pessoas

Que semana! Das pensões a mortos, aos juízes e seus juízos, passando pela reviravolta na Liga, para terminar com o festival da canção… e isto
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.