
OBSERVAÇÃO DA RELAÇÃO MÃE-BEBÉ-NA-FAMÍLIA. MÉTODO ESTHER BICK
OBJETIVOS Bick considerava que esta experiência contribuía para: – aprofundar o conhecimento sobre os primórdios da constituição psíquica (“infans”) – desenvolver a capacidade de perceber

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28 de Outubro de 2025 APRESENTACÃO/OBJECTIVOS Os projetos de parentalidade são um dos motivos que levam as pessoas consultas psicoterapêuticas, quer pelas questões que colocam,

4 de Outubro de 2025 APRESENTAÇÃO: Nos últimos anos, surgiram vários problemas que tiveram grande impacto na saúde mental das crianças e adolescentes, sendo necessário
22 de Março de 2025. Sensibilização para a compreensão psicanalítica da clínica psicossomática Formadoras: Profª Doutora Alice Lopes e Profª Doutora Ivone Castro Vale –psiquiatras

7 de Janeiro de 2025. Nos últimos anos, surgiram vários problemas que tiveram grande impacto na saúde mental das crianças e adolescentes, sendo necessário pensar

28 Janeiro 2025. Devido a várias mudanças sociais e ambientais, a infertilidade é um assunto que cada vez abrange mais mulheres e casais, acarretando emoções

Ao descobrir a criança no adulto, a psicanalise compreendeu a necessidade de olhar a criança. A infância constrói os alicerces da idade adulta. Nela se
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.