
A minha tia Alice, a dúvida e a procura da verdade
Desde pequeno que me extasiavam as estórias da tia Alice, de fino recorte narrativo, enunciado assertivo e precisão mnésica infalível. Recordo a atitude altiva, o

Desde pequeno que me extasiavam as estórias da tia Alice, de fino recorte narrativo, enunciado assertivo e precisão mnésica infalível. Recordo a atitude altiva, o

Almada, A Europa jaz…, 1943 “A Europa jaz, posta nos cotovellos: De oriente a Occidente jaz, fitando, E toldam-lhe romanticos cabellos Olhos gregos, lembrando. O
Foi no passado dia 25 de janeiro que, na sede da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, se realizou uma cerimónia de homenagem à vida e obra

Muito recentemente tive o privilégio de participar no último Congresso da FEBRAPSI (Federação Brasileira de Psicanálise) realizado em Fortaleza de 1 a 4 de novembro
No dia 19 de Outubro na sede da SPP, tivemos o privilégio de assitir a uma conferência apresentada pelo Professor Dr. Luís Sobrinho, com o

A Sociedade Portuguesa de Psicanálise tem a satisfação de celebrar, este ano de 2017, o centenário de Francisco Alvim que foi um dos seus fundadores,

A trigésima Conferência Anual da Federação Europeia (FEP) realizou-se, de 6 a 9 de Abril de 2017, em Haia – Holanda. O tema deste evento
A Revista Portuguesa de Psicanálise (RPP) dedica o número 37 (1) a um conjunto de artigos, conferências, comunicações e ensaios que foram apresentados, em Abril
Inaugurado em Outubro de 2017 com o nome «A Peste», este blogue partiu da equivalência feita por Freud entre Psicanálise e Peste, aquando da sua chegada a Nova Iorque, em 1909.
A revolução freudiana, assente na subversão da consciência e na concepção do humano como animal de desejo, viria a constituir-se numa hermenêutica da cultura, acompanhando o movimento da modernidade e sendo dela sua intérprete.
Desde o seu início, passaram por estas crónicas da Peste diferentes equipas editoriais – vozes e formas de olhar distintas – mas todas mantiveram viva a Peste: essa inquietação persistente perante o mundo e perante nós próprios.
Inaugura-se agora — para o biénio 2026/2027 — uma nova etapa, e um novo nome: «Ecos da Peste», preservando a ideia da Peste tal como Freud a imaginou. Os “Ecos” nascem naturalmente como algo que regressa sem ter sido convidado – um ruído familiar, uma voz ou ideia, uma memória, uma repetição insistente – algo que irrompe o curso natural das coisas e nos obriga a olhar de novo.
Mantendo as directrizes da anterior equipa editorial, serão publicados textos escritos por um psicanalista da Sociedade Portuguesa de Psicanálise e por um convidado, a propósito de um mesmo tema ou palavra proposta, em tom de convite, pela equipa editorial. Além da escrita, fazemos questão que outras linguagens artísticas estejam presentes.
Paralelamente, o blogue está aberto à participação livre de qualquer membro da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, tendo em consideração as seguintes instruções:
Instruções aos autores
A equipa editorial é constituída por: Ana Eduardo Ribeiro, Elias Barreto, Eugénia Soares, Margarida Bilreiro, Sofia Vilar Soares e Tiago Reis Morais.